quarta-feira, 8 de maio de 2013
http://www.brasilescola.com/geografia/instrumentos-musicais-africanos.htm
http://bravoafrobrasil.blogspot.com.br/2010/07/instrumentos-musicais-de-origem.html
http://www.filhosdejahveh.com.br/pagina.asp?ip=81&t=Instrumentos+de+Capoeira
http://afroculinaria.zip.net/
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=27039
http://bqafrica.wordpress.com/atividade-2/
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23636
http://www.cdpara.pa.gov.br/lundu.php
http://www.fotologando.com/2009/03/capoeira-imagens.html
http://jaquelinecontraoepistemicidio.blogspot.com.br/2012/05/afro-imagens-politica-moda-e-nostalgia.html
http://nadafragil.com.br/roupas-africanas-modelos-fotos-e-dicas/
http://www.mulherbeleza.com.br/roupas/roupas-africanas/
http://www.pitoresco.com.br/espelho/valeapena/afro_brasil/afro_brasil.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Afro_Brasil
http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira
http://www.brasilartesenciclopedias.com.br/temas/afro_brasileira.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%B5es_afro-brasileiras
http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%B5es_afro-brasileiras
http://www.balaco.net/
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Haru e Natsu
A aluna Sabrina, do 5º ano A, trouxe como contribuição para o Projeto vídeos que tratam da Imigração Japonesa. São trechos de uma novela japonesa chamada "Haru e Natsu: as cartas que não chegaram".
Acompanhe o trecho que mostra a chegada dos imigrantes japoneses no Brasil e o primeiro contato na fazenda onde desempenhariam o trabalho nas lavouras de café.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Eu estou no 5º ano, e agora?
Eu estou no 5º ano, e agora?
Foi pensando nesta questões que os alunos do 5º ano A iniciaram uma nova jornada no dia 25 de janeiro de 2012.
Para voltarmos ao ritmo e pensarmos em objetivos que precisamos atingir individualmente e como grupo neste ano, jogamos “Escravos de Jó” em duplas, trios, quartetos, cantando ou em silêncio e até com a classe toda.
Refletimos que para a brincadeira dar certo, é preciso observar o nosso ritmo individual, mas sem perder o foco coletivo, trabalhar em grupo, respeitar os colegas e suas diferenças, não desistir no primeiro erro, sempre tentar, entre muitas outras análises que registramos no caderno.
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